Uma ação integrada das polícias civis da Bahia e de São Paulo resultou na prisão de uma liderança criminosa investigada por tráfico de drogas, associação para o tráfico e homicídios. A ofensiva ocorreu entre os dias 24 e 25 de setembro de 2026, em diferentes pontos do estado de São Paulo, no âmbito da Operação Repatriação.
Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão. Durante as diligências, os agentes apreenderam aparelhos celulares, um veículo de alto valor e outros materiais considerados relevantes para o avanço da investigação. A ação também teve como objetivo localizar outro integrante da organização criminosa, apontado como foragido e com 16 mandados de prisão em aberto.
As informações foram divulgadas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em 25 de setembro de 2026. Conforme o órgão, a mobilização reuniu departamentos especializados das polícias civis dos dois estados e contou com apoio do Escritório Nacional Antifacção em São Paulo.
Polícias civis atuaram de forma integrada
A operação foi conduzida pelo Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico da Polícia Civil da Bahia, em conjunto com o Departamento Estadual de Investigações Criminais da Polícia Civil de São Paulo. A cooperação interestadual permitiu concentrar esforços em endereços localizados no território paulista.
Segundo as informações oficiais, dez equipes participaram das diligências, com aproximadamente 50 policiais mobilizados. O trabalho envolveu o cumprimento das ordens judiciais e a busca por elementos que possam contribuir para esclarecer a atuação dos investigados e a estrutura da organização criminosa.
O Escritório Nacional Antifacção em São Paulo, ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, apoiou a articulação entre as forças estaduais. A participação do órgão ocorreu no intercâmbio de informações e na coordenação entre as instituições responsáveis pela investigação e pelo cumprimento das medidas judiciais.
Investigação apura tráfico e crimes violentos
A liderança presa é investigada por crimes relacionados ao tráfico de drogas, à associação para o tráfico e a homicídios. A divulgação oficial não apresentou a identidade do suspeito nem detalhou, na publicação consultada, os episódios de violência atribuídos a ele ou a eventual participação individual em cada ocorrência.
Por esse motivo, os elementos divulgados até o momento devem ser compreendidos como parte de uma investigação em andamento. A prisão e as apreensões realizadas durante a Operação Repatriação não representam, por si só, uma condenação. A responsabilização criminal depende do devido processo legal e da análise das provas pelas autoridades competentes.
Além da prisão, as equipes buscaram localizar um segundo integrante da organização criminosa. De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, esse alvo estaria foragido e teria 16 mandados de prisão em aberto. A informação reforça que a operação também teve foco na captura de pessoas procuradas por decisões judiciais.
Apreensões podem auxiliar novas etapas
Os celulares, o veículo de alto valor e os demais materiais recolhidos deverão ser submetidos aos procedimentos de análise previstos na investigação. Esses elementos podem contribuir para a identificação de contatos, deslocamentos, vínculos e outras informações relacionadas às atividades sob apuração, sempre dentro dos limites definidos pelas autoridades responsáveis.
A utilização de mandados de busca e apreensão em diferentes endereços demonstra a dimensão interestadual da apuração. Embora a ação tenha ocorrido em São Paulo, a investigação teve origem na atuação conjunta de unidades policiais da Bahia e do estado paulista, com apoio federal na articulação das informações.
A Operação Repatriação representa, nesse contexto, uma iniciativa de cooperação entre polícias civis para enfrentar organizações criminosas que podem manter integrantes, recursos e conexões em mais de uma unidade da Federação. A divulgação oficial, porém, não informou o número de integrantes do grupo, a quantidade de drogas eventualmente relacionada ao caso ou novas prisões além da liderança capturada.
As diligências foram realizadas nos dias 24 e 25 de setembro de 2026. O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que a ação integra o trabalho conjunto de repressão a crimes ligados ao tráfico de drogas e à violência organizada, com o objetivo de reunir provas e cumprir as determinações judiciais expedidas no curso da investigação.



